“-O que tu me fazes!...
…07/04/09
-Oh! Morri!..
-Foi agora, que tudo se desvaneceu, foi agora que tudo se perdeu… tudo se dissipa num corpo vazio cheio de nada, talvez de uma dor oculta… sinto-me com o coração nos pés… De facto já não tenho nada para dizer… já nada do que existe é verdade e faz sentido, nada em que sonho, não passa disso mesmo, de um sonho, um dos mais lindo que já tive e pode imaginar ser possível de existir.
Que desilusão, que desgosto de morte que vivo, que massacre, que merda, que falta de gratidão do mundo e da minha própria vida. Esta “cousa”, que eu luto todos os dias que seja melhor, e ela não me dar retorno…
Pergunto-me a mim?! Deixar-me apaixonar pelo amor proibido. Será que sou burro. Não percebo… Tinha prometido, que nunca mais iria apaixonar por ninguém, muito menos pela Diana. Será que eu não mereço, ter quem amo.
Eu nasci! Eu morri! Eu ressuscitei! E voltei a morrer!..
Hoje nem sei quem sou! Hoje não percebo o mundo, as pessoas, a Arte, a politica, os amigos, a sociedade, a natureza e o amor. Sim! Esta “cousa” que agora sinto. Este ódio que sinto por uma pessoa, que existe, e não me inclui na sua vida, recusa partilhar. Este “Não” que estremece o que sou. Esta “cousa” que não devia existir nas pessoas que amam e não são amados.”
a abrir a semana da cultura de Coimbra de 19 de Novembro a 20 de Dezembro
Patente na galeria Pinho Dinis
Casa Municipal da Cultura
Rua Pedro Monteiro
Coimbra
Seg|Sex - 9h00|19h30 Sab - 13h30|19h00
BJ